quarta-feira, 29 de abril de 2026

Agronegócio

Café, trigo e laranja têm preços mínimos ajustados este ano

Os novos preços mínimos para café arábica e conilon, laranja in natura, trigo e sementes da safra 2019/2020 foram publicados nesta terça-feira (12) no Diário Oficial da União, em portaria liberada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os valores foram calculados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no âmbito da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM). Para o café, o prazo de validade começa a valer em abril e segue até março de 2020. Para os demais produtos, será a partir de julho até junho do ano que vem.

Segundo os cálculos da Conab, o café arábica tipo 6 teve reajuste de 6,25%, passando a valer R$ 362,53 a saca de 60 kg, enquanto para o tipo 7, do conilon, o valor é de R$ 210,13, com variação de 3,93% para a mesma medida.

A laranja da safra 2019/2020 teve um reajuste nos preços de 20,83% a caixa de 40,8 kg e pode ser comercializada por R$ 15,95. Os novos valores contam para todos os estados brasileiros, com vigência de julho próximo até junho de 2020.

Já o trigo, que apresenta maior variedade de acordo com sua destinação, podendo ser Básico, Doméstico, Pão e Melhorador, além dos tipos de classificação que vão de 1 a 3, teve um reajuste generalizado de 12,16% para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e, à parte, o estado da Bahia. Este índice começa a valer também a partir de julho e termina em junho do próximo ano.

Para o Sul, o trigo do tipo 1, como exemplo, passa a valer a saca de 60 kg ao produtor R$ 22,30 (Básico), R$ 27,84 (Doméstico), R$ 40,51 (Pão) e R$ 42,49 (Melhorador). Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, os preços para o mesmo tipo são iguais para Básico (R$ 24,56) e Doméstico (R$ 30,61). O mesmo não acontece para as variedades Pão (R$ 44,64 e R$ 46,46) e Melhorador (R$ 47,22 e R$ 49,14), respectivamente para Sudeste e Centro-Oeste.

No caso da semente de trigo, o reajuste tem a mesma validade para todas as regiões citadas e o índice de 12,16% é o mesmo mantido para as farinhas, passando a valer R$ 1,66 o quilo. Também a vigência da portaria se estende de julho a junho do próximo ano.

O objetivo desta medida, como instrumento da PGPM, é estabelecer valores que beneficiem os produtores e o setor agrícola brasileiro. Para chegar aos índices atuais, foram feitos cálculos dos custos de produção de cada produto, trabalho também realizado em campo por técnicos da Conab.

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