sábado, 13 de julho de 2024

Carnes

NWF amplia sua atuação para o Cerrado

Tags: alimentos, bioma, carne, cerrado

 

A certeza do potencial brasileiro para suprir parte da demanda global por alimentos, especialmente no segmento da carne, de forma sustentável e preservando o meio ambiente, foi uma das razões que levaram a National Wildlife Federation (NWF) a ampliar sua atuação para Cerrado.

“Estamos ampliando a nossa atuação de parcerias com o setor privado para o desenvolvimento de soluções para a cadeia da carne bovina no Brasil para esse bioma”, explica Francisco Beduschi Neto, que está há quatro na NWF e que agora passa a ser o Líder da NWF no Brasil.

De acordo com Beduschi, a NWF continuará a engajar frigoríficos e outros atores para apoiar as questões relativas à necessidade de melhoria contínua e atendimento das exigências dos mercados investidor, consumidor e varejista. “Especificamente no relacionamento com o mercado, intensificaremos nossos trabalhos junto aos frigoríficos, incentivando parcerias com traders e varejo no Brasil e nos países consumidores da carne e do couro brasileiros para divulgar e efetivar o potencial do país para conciliar produção e conservação, uma vez que nosso objetivo é ter negócios cada vez mais sustentáveis e em equilíbrio nos seus três pilares: econômico, social e ambiental”, acrescentou.

O apoio local de técnicos é fundamental para alcançar o objetivo de estabelecer uma cadeia da carne e do couro bovinos sustentável e desvinculada do desmatamento no Brasil. Por isso, a NWF trabalha com base em pesquisa e dados científicos e conta com uma equipe de especialistas: a engenheira florestal Katiuscia Moreira, consultora técnica e especialista em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e de Monitoramento, e do zootecnista Rodrigo Dias Lopes, especialista em Agronegócio e Pecuária Sustentável.

A NWF espera levar as lições aprendidas na Amazônia para o Cerrado. A organização desenvolve ferramentas para melhorar a rastreabilidade e o gerenciamento da cadeia produtiva, impulsionando práticas sustentáveis e economicamente viáveis. Nesse sentido, Moreira atua no suporte de novas abordagens técnicas, ferramentas e soluções para o agronegócio para apoiar e promover uma cadeia de suprimentos sustentável. Seu trabalho envolve o acompanhamento do desenvolvimento técnico, calibração e implementação de ferramentas para promover o apoio aos esforços de múltiplas partes interessadas.

Já Lopes responde pelo engajamento de frigoríficos, apoio nas implementações de práticas sustentáveis na cadeia de fornecimento dos frigoríficos parceiros, e também no engajamento de produtores na adoção de melhores práticas, tanto na Amazônia como no Cerrado. O objetivo é contribuir para a implantação de planos de melhoria contínua dos sistemas de monitoramento dos frigoríficos, a fim de atender compromissos e as demandas dos mercados compradores da carne brasileira, nacional e internacional.

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